Quase meia-noite do dia 21 de julho de 2009
Passei no vestibular em Direito! Significa tanto pra mim. Respeito, vitória, a retomada de um sonho antigo! A sensação de que o tempo está voltando e me dando uma nova chance de concertar o que eu fiz de errado e de fazer o que me arrependo de não ter feito. Aliás desde o final de 2008 tenho tido alguns comportamentos que saem do meu padrão. Passei a me relacionar com uma turma bem mais nova, a sair de carro sem pedir, sair sem saber pra onde ir, voltei a me apaixonar, bebi demais, dei pequenos vexames, dancei muito...Foi uma espécie de adolescência tardia, já que na época eu muito mais fiquei com minha avó e cuidei de Felipe do que propriamente fui adolescente. E agora, cada vez mais, quero liberdade, clamo por paz e por badalação. Voltei a usar aparelho, fazer vestibular, pensar em dieta, maquiagem, namoro... voltei a fazer planos e a acreditar neles, por mais que pareçam tão distantes, e caros mas no meu caso uma pitada de ambição não vai fazer mal, eu sempre me contentei com pouco, com o que me foi dado e agora quero mais, quero tudo, quero descobrir o mundo! Não é tarde demais, tenho tempo e estou recomeçando!!
“Ei, dor!
Eu não te escuto mais
Você não me leva a nada
Ei, medo!
Eu não te escuto mais
Você não me leva a nada...
E se quiser saber
Pra onde eu vou
Pra onde tenha Sol
É pra lá que eu vou...”
segunda-feira, 19 de abril de 2010
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Amiga,
ResponderExcluirSei bem o que é esse sentimento... parece que nossas escolhas nos fizeram perder tempo.
Mas seguindo a linha musical, tem uma canção que o autor diz que não 'temos' mais o tempo que passou, mas temos muito tempo ainda pra viver, na verdade TEMOS TODO TEMPO DO MUNDO, sabe porquê? Somos tão jovens, tão jovens...
Pra falar a verdade eu sofria um pouco quando pensava em determinado momento do meu passado, mas essa música por um tempo se tornou minha "música de cabeceira" (rs, rs) e me fez rever meu conceitos, agora penso assim: Eu sou tão jovem, tenho muito tempo pra viver, posso fazer novas escolhas, sonhar novos sonhos... e olhe que eu já cheguei aos trinta...